Lançamentos

Mulheres Artistas 1ª Bienal Internacional de Macau

Apaixonados por Macau

Festividade do Ano Novo Lunar em Macau

Na festividade do Ano Novo Lunar a sociedade renasce com nova força e vigor, retempera o seu ser, recupera a esperança num mundo novo que há-de chegar. É a vida que se renova, os afectos que circulam, a família que prospera, os lacos que se estreitam, os amigos que se “cativam”. “Não há festa como esta”! Esta obra é dedicada à grande festividade do povo chinês, responsável pela maior movimentação de pessoas todos os anos em toda a terra para o encontro com as suas famílias. A primeira parte é dedicada ao calendário lunar. A segunda parte da obra é toda dedicada à celebração do Ano Novo Lunar. E, porque não há festa sem culinária, é dedicado um capítulo à culinária. A obra termina com a descrição dos rituais para encerramento da festividade: a festa das lanternas.

Chapas Sínicas – Histórias de Macau na Torre do Tombo

A colecção de “Registos Oficiais de Macau Durante a Dinastia Qing (1693-1886)”, candidatura conjunta do Arquivo de Macau e do Arquivo Nacional da Torre do Tombo de Portugal, foi inscrita pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) no Registo da Memória do Mundo, em 30 de Outubro de 2017. Os registos reflectem as condições da sociedade, a vida das pessoas, o desenvolvimento urbano e o comércio, etc. de Macau durante a dinastia Qing. Além disso, representam o papel de Macau para o mundo. A exposição apresentará uma selecção de mais de cem documentos para partilhar histórias que, embora tenham ocorrido em Macau, são de relevância histórica para a China, Portugal e até para a história mundial. Pretende-se que o cruzamento dos registos com as respectivas imagens e documentos possam ajudar a construir um retrato vivo de Macau durante a Dinastia Qing.